Os Chineses estão aí. Ganhando mercado em nome de “preço baixo” e qualidade
duvidosa. Uma cultura de bom e barato mal orientada agora faz o tiro sair pela
culatra. O Inimigo usou a velha e enferrujada arma dos varejões contra todo um
exército de empresas e consumidores. Uma arma que foi durante anos um divisor de
classes de consumo. Um divisor de oportunidades. O problema é que os ferozes
Generais do Marketing de Guerra no Brasil não se prepararam para serem atacados
com a própria arma e hoje não sabem o que fazer. Gritam contra o Governo, contra
as regras desiguais, contra o oportunismo descarado de alguns empresários que
andam fazendo gol contra, ou melhor, atirando contra o próprio
exército.
Além dos Chineses, também estão aí outros estrangeiros trazendo
suas táticas de Marketing e conquista de mercado. Venda pelo volume, Qualidade
com custo tecnologicamente baixo,
A marca é o que importa, O que vem de fora
é melhor, O que é feito aqui só é bom se for feito pelos de fora, Viva o Brasil
rural!
Existem, porém, aspectos importantes que são pouco utilizados por
nossas empresas. Aspectos que podem fazer toda a diferença se aplicados na
dosagem e forma adequada. Esta adequação é para fugir do pieguismo, porque nos
dias atuais, ser e ter alguns valores exacerbadamente se tornou piegas. Mas isso
é outra estória. Coloco a seguir alguns temas para implantação de um Marketing
de Guerra eficiente.
Os aspectos culturais como arma de combate
A memória como arma de combate (Um olhar para o passado)
A Presença histórica como arma de combate
Os aspectos culturais / psicológicos como arma de combate
Os conceitos fundamentais como arma de combate (Vinculando o
empreendimento à estes conceitos, nós também...)
O Marketing de guerra contra mudanças estruturais
O Continuísmo positivo como arma de combate (A gente não mudou)
A identificação como arma de combate (Você nos conhece)
Os jargões / convenções como arma de combate (Felizes para sempre,
prometo amar, respeitar..., até que a morte nos separe, então prova, “ELES”
cutucaram a onça com vara curta ...)
Lançando suposto “desconhecimento” (Dizem que eles...)
Usando a dúvida a seu favor (Você arriscaria?)
O Endomarketing de guerra / Motivando para a batalha Pintando a cara do
inimigo (Nós não temos medo de cara feia)
Buscando estratégias e táticas de outras guerras... (Vão fazer conosco também?)
Identificando-se com outros mercados... (Nós também podemos vencer)
O espírito do dia “D” como arma de combate (Eles vão ter uma surpresa)
O espírito do jogo da verdade como arma de combate (Chegou a hora de mostra o seu valor)
O espírito de “auto-valorização” como arma de combate (Não somos piores ... somos melhores)
Esta grade faz parte do treinamento de Marketing de Guerra para
o Mercado de Hoje do Prof. Múcio Morais. Informações: www.muciomorais.com /
E-mail: contato@muciomorais.com
Leve esta Palestra para sua Cidade / Empresa!
Tel. (31) 3082-7271 / 8769-2570